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Derma Erase Rolo Para Microagulhamento com 540 Agulhas

Derma Erase Rolo Para Microagulhamento com 540 Agulhas

Disponibilidade: 100 Em estoque

R$155,00

Derma Erase Rolo Para Microagulhamento com 540 Agulhas

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Derma Erase Rolo Para Microagulhamento com 540 Agulhas realiza uma terapia de indução percutânea de colágeno sendo indicado para aplicação de ativos na pele, rejuvenescimento, tratamento de cicatrizes, estrias, acne, rugas e linhas de expressão, entre outros.

Derma Erase é composto por um cilindro cravejado com micro agulhas de aço inoxidável. Quando aplicadas em movimento de rolamento provacam micro lesões na pele que estimulam a formação de colágeno e favorecem a permeação de cremes e ativos utilizados nos tratamentos.

Derma Erase

Classificação da intensidade da injúria provocada pelo microgulhamento
Característica do estímulo
Comprimento da agulha
Injúria moderada 0,50mm, 1,00mm e 1,50mm
Injúria profunda 2,00mm, 2,50mm e 3,00mm

 

Classificação da intensidade da injúria provocada pelo microgulhamento
Característica do estímulo Comprimento da agulha
Injúria moderada Flacidez cutânea; Rugas médias; Rejuvenescimento global.
Injúria profunda Cicatrizes deprimidas distensíveis; Estrias; Cicatrizes onduladas e retráteis

E notória a infinidade de técnicas ablativas que buscamo estímulo e remodelamento do colágeno, porém essas técnicas em sua maioria possuem uma
recuperação lenta, tornam o tecido mais suscetível a hiperpigmentação e mais sensível.

Atualmente estamos diante de tendência à indicação de procedimentos menos invasivos isolados ou em associação, objetivando a redução no risco de complicações e retorno mais precoce as atividades laborais.

O microagulhamento ou terapia de indução percutânea de colágeno consiste numa técnica onde se faz uso de um mecanismo com agulhas que propõe um estímulo na produção de colágeno, sem provocar a desepitelização total observada nas técnicas ablativas.

A técnica é indicada para aplicação de fármacos ou ativos na pele, rejuvenescimento, tratar cicatrizes de acne, estrias, flacidez de pele, alguns casos de alopécia, cicatrizes de queimaduras, melhorar aspecto geral da pele, rugas e linhas de expressão entre outros.

Instruções de uso:

Leia as instruções de uso cuidadosamente antes de utilizar o produto, contém informações importantes sobre como manusear o produto.
Estéril. Esterilizado por radiação gama.

Produto de uso único. Descartar após o uso.

Deve ser utilizado somente por profissionais treinados.
O produto é embalado unitariamente em pouch de polietileno, e posteriormente embalado em caixa de cartolina. Indicação: Derma Erase® se destina ao tratamento de alterações de pele,especialmente cicatrizes e cicatrizes de acne, estrias, hipopigmentação, hiperpigmentação e pele envelhecida.

Contraindicações:
• Pacientes com, ou com histórico de quelóides.
• Pacientes com, ou com histórico de Herpes simplex e labialis.
• Áreas de pele infectadas.
• Áreas de pele que possuam verrugas, câncer de pele, queratose solar, pacientes  recebendo terapia com anticoagulantes, quimioterapia, radioterapia, altas doses de corticosteróides, retinóides orais.
• Pacientes com Diabetes mellitus descontrolada.
• Pacientes grávidas, estejam tentando engravidar ou amamentando.

Modo de uso: 
• Desinfete e anestesie a pele com um creme anestésico tópico.
• Abrir a embalagem do produto antes do tratamento e não deixar que o produto toque em outros objetos (pode causar infecção).
• Deslize sobre uma área específica pelo menos 6 vezes em cada direção até que petéquias apareçam na pele.

Advertências:
• Utilize o mínimo de pressão.
• Não mude o ângulo de deslizamento enquanto as agulhas estiverem na pele.
• Não aplique forças laterais no dispositivo.
• Produto médico de uso único. 
• Não utilize se a embalagem estiver danificada.

Precauções: Avisos aos utilizadores profissionais

1 – Abrir a embalagem do produto antes do tratamento e não deixar que o produto toque em outros objetos (pode causar infecção).
2 – Faça uma observação minuciosa da condição da pele do paciente antes da utilização. O produto pode ter um importante efeito colateral se não for utilizado por um profissional.
3 – Não utilize o produto após o prazo de validade. (Ele pode causar infecção).
4 – O produto deve ser utilizado por um médico, que leva em conta a idade do paciente, sexo e estado físico, faz um diagnóstico de sua condição da pele, toma uma decisão sobre o uso de um anestésico, e seleciona um medicamento adequado para infiltrar na pele.
5 – Após o uso deve ser descartado adequadamente como material perfero-cortante.

Avisos para usuários individuais: 
1 – Não imponha uma pressão excessiva sobre o rolo.
2 – Evite utilizar o produto no lábio e área dos olhos (especialmente, as pálpebras), cuja pele é mais fina.
3 – Não teste o produto em crianças ou animais.
4 – Em caso de erupções cutâneas, inflamações, reações alérgicas e outros problemas não utilize o produto.
5 – Não utilize se a embalagem estiver danificada.

Efeitos Adversos: 
1 – Pode causar uma reação alérgica na pele do paciente. (aqueles que sofrem de reação alérgica quando a pele entra em contato com metal não devem usar o produto).
2 – É possível ativar ainda mais a acne. (acne em estágio progressivo pode piorar com o produto. Deve-se avaliar a acne antes de usar).
3 – Pode causar pigmentação. (Aqueles que têm uma pele sensível podem apresentar pigmentação se o Roller for empurrado muito profundamente na pele).

 Condições de Armazenamento: 
Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz solar (-40ºC a 55ºC).
Resp. Técn.: Cristiane Ap. O. Aguirre CRF-SP: 21.079. Reg. Anvisa nº: 80102511132.

Estudos e Publicações:

ORENTREICH E ORENTREITH (1995) foram os primeiros a relatar a utilização de agulhas com o objetivo de estimular a produção de colágeno no tratamento de cicatrizes deprimidas e rugas, técnica difundida com o nome de subincisão.

CAMIRAND e DOUCET (1997) descrevem a utilização de agulhas de “pistola de tatuagem” para promover uma abrasão com agulha e tratar cicatrizes.

FERNANDES, (2006) descreve a técnica atual como a utilização de um sistema de microagulhas aplicado à pele com o objetivo de gerar múltiplas micropunturas, longas o suficiente para atingir a derme e desencadear, com o sangramento, estímulo inflamatório que resultaria na produção de colágeno. Em seu estudo comprovou um aumento de 1000% na quantidade de colágeno.

BAL et al (2008), realizaram um ensaio clínico com 18 pessoas e aplicaram a técnica no antebraço para observar a capacidade da técnica de perfurar a barreira cutânea e também observar a segurança em termos de irritação e vermelhidão da pele após o procedimento. Confirmam que a técnica é efetiva para a permeação de fármacos e é minimamente invasiva, seus efeitos adversos duram menos de 2 horas para agulhas de menor comprimento.

A ação da técnica inicia-se com a perda da integridade da barreira cutânea, tendo como alvo a dissociação dos queratinócitos, que resulta na liberação de citocinas como a interleucina -1a, predominantemente, além da interleucina- 8, interleucina-6, TNF-a e GM-CSF, resultando em vasodilatação dérmica e migração de queratinócitos para restaurar o dano epidérmico. (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013).

Três fases do processo de cicatrização, seguindo o trauma com as agulhas, podem ser bem delineadas, didaticamente: na primeira, a de injúria, ocorre liberação de plaquetas e neutrófilos responsáveis pela liberação de fatores de crescimento com ação sobre os queratinócitos e os fibroblastos como os fatores de crescimento de transformação a e ß (TGF-a e TGF-ß), o fator de crescimento derivado das plaquetas (PDGF), a proteína III ativadora do tecido conjuntivo e o fator de crescimento do tecido conjuntivo. (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013)

Na segunda fase, a de cicatrização, os neutrófilos são substituídos por monócitos, e ocorrem angiogênese, epitelização e proliferação de fibroblastos, seguidas da produção de colágeno tipo III, elastina, glicosaminoglicanos e proteoglicanos.
Paralelamente, o fator de crescimento dos fibroblastos , o TGF- a e o TGF-ß são secretados pelos monócitos. Aproximadamente cinco dias depois da injúria a matriz de fibronectina está formada, possibilitando o depósito de colágeno logo abaixo da camada basal da epiderme. (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013)

Na terceira fase ou de maturação, o colágeno tipo III que é predominante na fase inicial do processo de cicatrização e que vai sendo lentamente substituí-do pelo colágeno tipo I, mais duradouro, persistindo por prazo que varia de cinco a sete anos. (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013)

AUST et al (2008) realizaram um estudo retrospectivo com 428 pacientes com flacidez de pele e em estudo histológico comprovaram um aumento da deposição de colágeno após 6 meses de uma única aplicação e aumento de 40% no espessamento da epiderme e 80% dos pacientes relataram uma melhor qualidade da pele.

FABBROCINI et al (2009) realizaram estudo para verificar o resultado da técnica para cicatriz atrófica de acne e relatam que a análise das fotografias de pacientes, suportadas pelo teste de sinal e do grau de irregularidade da superfície microrrelevo apoiada pela FFT, mostraram que, depois de apenas duas sessões, o grau de gravidade das cicatrizes melhorou significativamente e não apresentaram complicações.

MAJID (2009) realizou um ensaio clínico com 37 pacientes com cicatrizes faciais atróficas com aplicação do roller de 1,5mm. Dos 36 pacientes que preencheram o questionário no final do período de estudo, 29 pacientes relataram a resposta como “excelente” (7-10 na escala de 10 pontos), 4 pacientes relataram a resposta como “bom” (pontuação de 4 -6 ) e apenas 3 pacientes relataram a resposta como “pobres” (pontuação < 4). Conclui que é uma técnica segura, eficaz, simples de aplicar e com excelentes resultados em cicatrizes de diversas etiologias. 88,7% dos pacientes tiveram uma resposta boa ou excelente para cicatrizes de face.

AUST et at (2010) realizaram um estudo para verificar a eficácia da técnica no tratamento de fotoenvelhecimento e concluem que a técnica é eficaz para o tratamento e melhora da pele, aumentando significativamente a quantidade de fatores de crescimento na pele e oferece uma terapia regenerativa para melhorar a aparência da pele e qualidade ou até mesmo evitar cicatrizes.

AUST et al (2010) em outro estudo de cicatrizes pós-queimaduras com 18 pacientes verificaram um aumento de 45% na deposição de colágeno e elastina e histologicamente cristas epidérmicas normais, melhora de 80% no aspecto estético da lesão, normalização da matriz de colagénio/elastina na derme reticular em 1 ano pós-operatório.

AUST et al (2010) realizaram estudo piloto em 3 mulheres para verificar o efeito da técnica na melhora do aspecto estético de flacidez das mãos e em todas foi constatado a melhora da qualidade da pele, ausência de complicações e neovascularização.

AUST , KNOBLOCH, VOGT(2010) realizaram um estudo com 22 mulheres com estrias causadas por distensão abdominal (gravidez) e apenas uma aplicação. A figura na próxima página mostra um corte histológico de uma estria antes e 6 meses após a aplicação da técnica. Mostra uma normalização considerável das fibras colágenas e elásticas na derme e o aumento do depósito de colágeno tipo I após 6 meses da aplicação. O autor sugere que mais ensaios clínicos randomizados sejam realizados para elucidar o valor da técnica.

LEHETA et al (2011) realizaram um ensaio clínico randomizado com 30 pacientes comparando os resultados de aplicações de ácido tricloroacético em cicatrizes de acne e concluíram que no grupo que recebeu a terapia do microagulhamento o índice de gravidade da cicatriz obteve uma melhora em 68,3%, no grupo do ácido a melhora foi de 75,3% e a conclusão é que ambos são efetivos e que não houve diferença significativa entre os grupos.

Derma Erase

KIN et al (2011) realizaram um estudo comparativo entre IPL e Microagulhamento em ratos. Foi realizado análise munohistológica para colágeno tipo I, concluíram que o microagulhamento é mais eficaz que a luz intensa pulsada, em relação a quantidade de colágeno depositada e a qualidade da reorganização das fibras.

LIMA, LIMA e TAKANO (2013) que o microagulhamento é tratamento inovador e passível de ser utilizado para um amplo espectro de indicações quando o objetivo é o estímulo da produção de colágeno, funcionando como mais uma arma que compõe o arsenal terapêutico. Em seu estudo realizado com porcos, estabeleceram a relação do comprimento da agulha utilizada com a profundidade do dano atingido.
O exame microscópico na primeira fase (imediatamente após a injúria) revelou predominantemente ectasia vascular com extravasamento de hemácias. Tal achado foi observado de forma superficial, acometendo a derme papilar na agulha de comprimento de 0,5mm e estendeu-se à derme reticular nas agulhas de maior comprimento.
A quantidade de hemorragia gerada foi também proporcional ao aumento do comprimento das agulhas. A epiderme encontrava-se aparentemente íntegra à microscopia óptica, exceto pela presença do local da passagem da agulha. Citam ainda as indicações para a técnica como veiculador de ativos para rejuvenescimento como o retinol e a vitamina C, para estímulo isolado no rejuvenescimento da face, melhorando a coloração, textura e brilho da pele, no tratamento da flacidez e atenuação de rugas, já que favorece a produção de colágeno proporcionando aumento de volume da área tratada à custa desse estímulo, na correção de cicatrizes deprimidas distensíveis, onduladas e retráteis, bem como na melhoria de estrias recentes e antigas.

Derma Erase

Derma Erase

Derma Erase

Peso 0.250 kg
Dimensões 25 x 8 x 9 cm
tamanho

0,5, 1,0, 1,5, 2,0, 2,5

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